{"id":5729,"date":"2014-11-05T11:05:11","date_gmt":"2014-11-05T11:05:11","guid":{"rendered":"http:\/\/sayuconsulting.wordpress.com\/?p=650"},"modified":"2023-04-27T17:18:38","modified_gmt":"2023-04-27T16:18:38","slug":"esta-o-social-media-a-matar-as-marcas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dev.say-u.pt\/en\/esta-o-social-media-a-matar-as-marcas\/","title":{"rendered":"Is Social Media Killing Brands?"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-11321 alignleft\" src=\"https:\/\/dev.say-u.pt\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/shutterstock_230262862-e1456164276579-1-300x192.jpg\" alt=\"media\" width=\"502\" height=\"321\" srcset=\"https:\/\/dev.say-u.pt\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/shutterstock_230262862-e1456164276579-1-300x192.jpg 502w, https:\/\/dev.say-u.pt\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/shutterstock_230262862-e1456164276579-1-480x307.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 502px, 100vw\" \/><\/p>\n<p>Uma das mais radicais transforma\u00e7\u00f5es no paradigma da Comunica\u00e7\u00e3o \u2013 o<strong> incremento da utiliza\u00e7\u00e3o das redes sociais<\/strong>, abriu portas ao decl\u00ednio da hegemonia dos media tradicionais e ao aparente fim de uma certa no\u00e7\u00e3o de <em>brand loyalty<\/em>. O volume maci\u00e7o de contacto e de intera\u00e7\u00e3o possibilitada diluiu a aten\u00e7\u00e3o do consumidor e colocou entraves ao monop\u00f3lio de marcas em setores variados.<\/p>\n<p>Neste contexto, como \u00e9 poss\u00edvel captar a aten\u00e7\u00e3o de um consumidor e persuadi-lo a comprar o nosso produto ou utilizar o nosso servi\u00e7o face ao \u201cru\u00eddo\u201d permanente num c\u00edrculo de contactos exponencialmente mais alargado?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mas, para responder a esta quest\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio perceber que n\u00e3o s\u00e3o os social media que est\u00e3o a matar as marcas\u2026 \u00e9 a pr\u00f3pria natureza da rela\u00e7\u00e3o dos consumidores com as mesmas que se modificou.<\/p>\n<p>The <strong><em>mass media<\/em> <\/strong>constitu\u00edam a ferramenta mais usual de desenvolvimento da rela\u00e7\u00e3o com as marcas, mas o seu peso e influ\u00eancia ca\u00edram radicalmente. Por este motivo, torna-se imposs\u00edvel continuar a comparar os social media a outras ferramentas de media tradicionais e fazer dos mesmos um uso semelhante, quando a realidade \u00e9 agora claramente distinta. A raz\u00e3o pela qual o <em>branding<\/em> resultou nos <em>mass media<\/em> \u00e9 porque o esper\u00e1vamos encontrar ali. As pessoas esperavam encontrar an\u00fancios ao ler jornais e revistas. Esperavam-no quando viam televis\u00e3o. Esperavam-no porque os <em>mass media<\/em> s\u00e3o uma mensagem a uma voz, que recai na capacidade da marca de se impor no processo de comunica\u00e7\u00e3o do mercado.<\/p>\n<p>Atualmente, as pessoas det\u00eam o <strong>poder de moldar a informa\u00e7\u00e3o a que t\u00eam acesso<\/strong> \u2013 e n\u00e3o apenas a de interromper a mensagem veiculada em canais de divulga\u00e7\u00e3o tradicionais. Com a ascens\u00e3o das redes sociais, o<strong> interesse passou a ser o di\u00e1logo e n\u00e3o apenas o ato de ouvir.<\/strong> E nos social media \u2013 o espa\u00e7o em que os indiv\u00edduos desenvolvem este di\u00e1logo \u2013 corre-se o risco de as pessoas se sentirem importunadas se receberem contactos por parte das marcas. Se n\u00e3o lhes est\u00e1 a disponibilizar conte\u00fado qualitativo torna-se apenas mais uma voz na multid\u00e3o. Ou pior, uma marca que invade o seu espa\u00e7o pessoal, no qual n\u00e3o esperam que uma marca os aborde tal como acontecia nos<em> mass media<\/em> traditional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A resposta para o problema da falta de lealdade para com as marcas consiste numa <strong>estrat\u00e9gia ponderada de <em>content marketing<\/em><\/strong>. Os social media podem ser utilizados como elemento bem-sucedido de intera\u00e7\u00e3o, em que conte\u00fados e abordagens de social media personalizados, relevantes e que promovam o envolvimento s\u00e3o o caminho para uma estrat\u00e9gia de contacto positiva. \u00c9 o tipo de conte\u00fado que \u00e9 partilhado, que ajuda a criar <em>leads<\/em>, que interessa a clientes. \u00c9 o <strong>tipo de conte\u00fado que ajuda a criar marcas<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>As marcas necessitam de regressar \u00e0s origens<\/strong>: pensar como indiv\u00edduos, dialogar como indiv\u00edduos e interagir como indiv\u00edduos. O neg\u00f3cio acabar\u00e1 por surgir.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pode consultar o artigo em: <a href=\"https:\/\/buzzmedia.controlinveste.pt\/artigos-de-opiniao\/130\/marta-goncalves\/esta-o-social-media-a-matar-as-marcas\">https:\/\/buzzmedia.controlinveste.pt\/artigos-de-opiniao\/130\/marta-goncalves\/esta-o-social-media-a-matar-as-marcas<\/a><\/p>\n<p>Descubra mais informa\u00e7\u00f5es sobre este tema no nosso blogue <a href=\"https:\/\/dev.say-u.pt\/en\/blog\/\">https:\/\/dev.say-u.pt\/blog\/<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img alt=\"Ensuring a good strategy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-11218\" src=\"https:\/\/dev.say-u.pt\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Assinatura-Blog-Marta-2-300x169.png\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Uma das mais radicais transforma\u00e7\u00f5es no paradigma da Comunica\u00e7\u00e3o \u2013 o incremento da utiliza\u00e7\u00e3o das redes sociais, abriu portas ao decl\u00ednio da hegemonia dos media tradicionais e ao aparente fim de uma certa no\u00e7\u00e3o de brand loyalty. 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