{"id":12047,"date":"2019-02-13T09:24:10","date_gmt":"2019-02-13T09:24:10","guid":{"rendered":"https:\/\/dev.say-u.com\/?p=12047"},"modified":"2021-05-03T08:43:53","modified_gmt":"2021-05-03T08:43:53","slug":"mazars-avalia-entidades-europeias-de-seguros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dev.say-u.pt\/fr\/mazars-avalia-entidades-europeias-de-seguros\/","title":{"rendered":"Mazars avalia entidades europeias de seguros"},"content":{"rendered":"<p><strong>Mazars avalia entidades europeias de seguros<\/strong><\/p>\n<p><strong>Na sequ\u00eancia da entrada em vigor da diretiva Solvency II, que visa codificar e harmonizar o regulamento de seguros da Uni\u00e3o Europeia, foi tornada p\u00fablica informa\u00e7\u00e3o que apenas estava dispon\u00edvel ao regulador. A Mazars faz destes dados a base para uma avalia\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o financeira de seguradoras a n\u00edvel europeu.<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-18283 aligncenter\" src=\"https:\/\/dev.say-u.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/Logos-clientes-para-site-2.png\" alt=\"Mazars avalia entidades europeias de seguros\" width=\"500\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/dev.say-u.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/Logos-clientes-para-site-2.png 500w, https:\/\/dev.say-u.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/Logos-clientes-para-site-2-480x288.png 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 500px, 100vw\" \/><\/p>\n<p><strong>Lisboa, 13 de fevereiro de 2019<\/strong> &#8211; Pelo segundo ano consecutivo, a <a href=\"https:\/\/www.mazars.pt\/\">Mazars<\/a> realizou um levantamento dos relat\u00f3rios de solv\u00eancia e condi\u00e7\u00e3o financeira das 15 entidades sujeitas \u00e0 diretiva Solvency II, que entrou em vigor a 1 de janeiro de 2016 e que alterou o quadro regulamentar das empresas de seguros a n\u00edvel europeu.<\/p>\n<p>A implementa\u00e7\u00e3o da diretiva trouxe para a esfera p\u00fablica uma infinidade de informa\u00e7\u00f5es, anteriormente divulgadas apenas ao regulador, sobre as circunst\u00e2ncias financeiras e a solv\u00eancia das entidades no mercado segurador na Uni\u00e3o Europeia.<\/p>\n<p>Esta diretiva introduz novos requisitos para o c\u00e1lculo do r\u00e1cio de solv\u00eancia e com base numa avalia\u00e7\u00e3o do valor econ\u00f3mico de fundos pr\u00f3prios e das necessidades de capital da Companhia, juntamente com requisitos de <em>governance<\/em> e gest\u00e3o de risco. Estes novos requisitos quantitativos e qualitativos s\u00e3o acompanhados por regras refor\u00e7adas para o desenvolvimento de relat\u00f3rios trimestrais e anuais destinados tanto ao regulador como ao p\u00fablico em geral.<\/p>\n<p>A fim de proporcionar maior transpar\u00eancia ao mercado, a diretiva exige a divulga\u00e7\u00e3o p\u00fablica anual de um relat\u00f3rio de solv\u00eancia e situa\u00e7\u00e3o financeira (\u201cRSSF\u201d) que deve abranger dados de atividade, o seu sistema de <em>governance<\/em>, a sua exposi\u00e7\u00e3o ao risco e informa\u00e7\u00f5es sobre m\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o de capital, o qual \u00e9 sujeito a revis\u00e3o por parte do Revisor Oficial de Contas.<\/p>\n<p>Para Lu\u00eds Gaspar, Managing Partner da Mazars, <em>\u201ca avalia\u00e7\u00e3o desenvolvida fornece-nos uma vis\u00e3o abrangente da realidade do setor Segurador ao n\u00edvel comunit\u00e1rio, possibilitando-nos retirar algumas conclus\u00f5es relativamente ao estado e atividade destas Companhias. A primeira constata\u00e7\u00e3o a emergir do estudo comparativo desenvolvido \u00e9 que todas as Companhias cobrem a sua margem de solv\u00eancia e disponibilizam informa\u00e7\u00f5es padronizadas refletindo os requisitos de regulamenta\u00e7\u00e3o exigidos. Apesar disso, as informa\u00e7\u00f5es fornecidas sobre a volatilidade do r\u00e1cio de solv\u00eancia, a gest\u00e3o de capital e os detalhes dos modelos internos merecem aten\u00e7\u00e3o redobrada, a par de uma divulga\u00e7\u00e3o relativa ao impacto das medidas transit\u00f3rias e \u00e0 capacidade de absor\u00e7\u00e3o de perdas dos impostos diferidos\u201d<\/em>.<\/p>\n<p>Na amostra analisada, as taxas de cobertura do r\u00e1cio \u201cSCR\u201d situam-se entre 133% e 372%. Em m\u00e9dia, o r\u00e1cio de solv\u00eancia aumentou 11 pontos percentuais entre 2016 e 2017. Este aumento \u00e9 explicado sobretudo pela mudan\u00e7a no ambiente econ\u00f3mico neste per\u00edodo, marcada por uma taxa de juro (sem risco) mais elevada dentro da Uni\u00e3o Europeia.<\/p>\n<p>A tend\u00eancia global \u00e9 para o aumento do r\u00e1cio de solv\u00eancia, correspondendo a varia\u00e7\u00e3o m\u00e1xima observada a um aumento de 44 pontos percentuais entre 2016 e 2017. O grupo em quest\u00e3o &#8211; a Aegon &#8211; apontou as principais raz\u00f5es para essa mudan\u00e7a: condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas mais favor\u00e1veis; altera\u00e7\u00f5es ao modelo interno, em especial ao tratamento do risco de <em>spread<\/em> e a redu\u00e7\u00e3o do risco de <em>default<\/em> ap\u00f3s a transfer\u00eancia de um dos seus portfolios. O impacto quantitativo dessas mudan\u00e7as n\u00e3o foi divulgado.<\/p>\n<p>Em contraste, o desenvolvimento mais desfavor\u00e1vel observado representa uma queda de 19 pontos percentuais no \u00edndice de cobertura da empresa avaliada. O RSSF do grupo em causa liga a evolu\u00e7\u00e3o verificada \u00e0 redu\u00e7\u00e3o dos fundos pr\u00f3prios eleg\u00edveis entre 2016 e 2017 subsequente ao pagamento de dividendos e ao resgate de capital durante o ano de 2017, de acordo com a pol\u00edtica de gest\u00e3o de capital desenvolvida.<\/p>\n<p>O estudo comparativo realizado aos dados obtidos em 2016 e 2017 teve como base uma an\u00e1lise de elementos como o n\u00edvel de detalhe disponibilizado sobre os indicadores de solv\u00eancia, as metodologias aplicadas para medir ativos, provis\u00f5es t\u00e9cnicas e fundos pr\u00f3prios, informa\u00e7\u00f5es fornecidas e informa\u00e7\u00e3o expandida em compara\u00e7\u00e3o com o primeiro RSSF, entre outros. Quando tal se verificou apropriado, estes dados foram complementados pela Mazars com as informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis nos Modelos de Relat\u00f3rios Quantitativos (QRTs) p\u00fablicos que s\u00e3o geralmente disponibilizados em anexo ao RSSF.<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o desenvolvida integrou as 15 Companhias sujeitas \u00e0 diretiva Solvency II a n\u00edvel europeu: Axa, BNP Paribas Cardiff, CNP Assurances, Covea, Credit Agricole Assurance, Groupama, Natixis Assurance e Scor (Fran\u00e7a), Aviva (UK), Ageas (B\u00e9lgica), Aegon (Holanda), Allianz e Munich Re (Alemanha), Generali (It\u00e1lia) e Mapfre (Espanha).<\/p>\n<h4><\/h4>\n<h4><strong>Contacts du service de presse<\/strong><\/h4>\n<p><a href=\"https:\/\/dev.say-u.pt\/fr\/nous-faisons\/\">Say U Consulting<\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mazars avalia entidades europeias de seguros Na sequ\u00eancia da entrada em vigor da diretiva Solvency II, que visa codificar e harmonizar o regulamento de seguros da Uni\u00e3o Europeia, foi tornada p\u00fablica informa\u00e7\u00e3o que apenas estava dispon\u00edvel ao regulador. 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