{"id":12147,"date":"2019-02-28T17:38:02","date_gmt":"2019-02-28T17:38:02","guid":{"rendered":"https:\/\/dev.say-u.com\/?p=12147"},"modified":"2025-03-10T13:38:49","modified_gmt":"2025-03-10T12:38:49","slug":"o-conhecimento-profundo-da-realidade-do-que-comunicamos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dev.say-u.pt\/fr\/o-conhecimento-profundo-da-realidade-do-que-comunicamos\/","title":{"rendered":"Une connaissance approfondie de la r\u00e9alit\u00e9 de ce que nous communiquons"},"content":{"rendered":"<p><strong>Une connaissance approfondie de la r\u00e9alit\u00e9 de ce que nous communiquons<\/strong><\/p>\n<p><img alt=\"Assegurar uma boa estrat\u00e9gia\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-11218 size-full aligncenter\" src=\"https:\/\/dev.say-u.pt\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Assinatura-Blog-Marta-2.png\" width=\"560\" height=\"315\" \/><\/p>\n<p>O atual panorama medi\u00e1tico caracteriza-se por uma velocidade nunca antes vista. Os ciclos noticiosos dos <em>m\u00e9dias <\/em>s\u00e3o cada vez mais curtos, mas, simultaneamente, bastante mais intensos e destrutivos do que no passado. Como devem, afinal, as organiza\u00e7\u00f5es e os seus respons\u00e1veis de comunica\u00e7\u00e3o adaptar-se a esta <a href=\"https:\/\/dev.say-u.pt\/fr\/2020\/08\/19\/reset-do-consumo-mundial\/\">nova realidade<\/a>?<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1, certamente, uma forma matem\u00e1tica para solucionar esta quest\u00e3o. Contudo, existem alguns caminhos que podem \u2013 e devem \u2013 ser seguidos de forma a proteger a reputa\u00e7\u00e3o de uma marca, seja no curto ou no longo prazo.<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, e antes de qualquer outra a\u00e7\u00e3o, \u00e9 importante perceber o contexto e as particularidades de cada organiza\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m do setor onde a mesma se insere. S\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel comunicar bem aquilo que conhecemos na perfei\u00e7\u00e3o, nomeadamente os pontos mais fracos da nossa marca ou organiza\u00e7\u00e3o de forma a conseguirmos trabalh\u00e1-los e proteg\u00ea-los de qualquer eventualidade.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, a identifica\u00e7\u00e3o dos <em>les parties prenantes <\/em>e das suas expectativas e necessidades \u00e9 outro ponto essencial. No atual panorama comunicacional, nenhuma organiza\u00e7\u00e3o, qualquer que ela seja, \u201cvive\u201d sozinha. A rela\u00e7\u00e3o com os seus <em>les parties prenantes <\/em>\u00e9, desta forma, um dos aspetos a ser trabalhados.<\/p>\n<p>Em terceiro lugar, a elabora\u00e7\u00e3o de um plano de comunica\u00e7\u00e3o a longo prazo. Este plano deve estar de acordo com os princ\u00edpios orientadores da organiza\u00e7\u00e3o de forma a existir uma liga\u00e7\u00e3o clara e coerente entre aquilo que se comunica e a cultura da organiza\u00e7\u00e3o. No presente, por exemplo, quest\u00f5es como a preocupa\u00e7\u00e3o ambiental ou a igualdade de g\u00e9nero assumem-se quase como obriga\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O ponto que referi anteriormente assume particular import\u00e2ncia. Num mundo cada vez mais r\u00e1pido e din\u00e2mico, \u00e9 extremamente importante definirmos com clareza aquilo que queremos comunicar e o modo como o queremos fazer. De outra forma, as marcas correm o risco de ver a sua reputa\u00e7\u00e3o afetada ou, como revelou um <a href=\"https:\/\/www.meaningful-brands.com\/en\">estudo<\/a> realizado pelo Grupo Havas, de, caso desaparecessem, os consumidores nem se aperceberem disso.<\/p>\n<p>O conhecimento profundo da realidade do que comunicamos, sobre quem e para quem o fazemos \u00e9, assim, o caminho a seguir para marcar a diferen\u00e7a. Antes de agir h\u00e1 que parar para procurar compreender.<\/p>\n<p>Acha que compreende adequadamente a realidade da sua organiza\u00e7\u00e3o?<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Conhecimento Profundo da Realidade do que Comunicamos O atual panorama medi\u00e1tico caracteriza-se por uma velocidade nunca antes vista. Os ciclos noticiosos dos media s\u00e3o cada vez mais curtos, mas, simultaneamente, bastante mais intensos e destrutivos do que no passado. 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