{"id":12173,"date":"2019-03-18T14:40:53","date_gmt":"2019-03-18T14:40:53","guid":{"rendered":"https:\/\/dev.say-u.com\/?p=12173"},"modified":"2021-04-29T09:28:24","modified_gmt":"2021-04-29T09:28:24","slug":"consumidores-mais-confiantes-e-mais-disponiveis-para-gastar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dev.say-u.pt\/fr\/consumidores-mais-confiantes-e-mais-disponiveis-para-gastar\/","title":{"rendered":"Desacelera o crescimento em volume, mas consumidores gastam mais"},"content":{"rendered":"<p><strong>Consumidores mais confiantes\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-18420 aligncenter\" src=\"https:\/\/dev.say-u.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Imagens-Blogue-SayU-clientes-5.png\" alt=\"Consumidores mais confiantes\" width=\"595\" height=\"372\" srcset=\"https:\/\/dev.say-u.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Imagens-Blogue-SayU-clientes-5.png 595w, https:\/\/dev.say-u.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Imagens-Blogue-SayU-clientes-5-480x300.png 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 595px, 100vw\" \/><\/p>\n<p><strong>Lisboa, mar\u00e7o de 2019 \u2013 <\/strong>Segundo o estudo <strong><em>Growth Reporter<\/em><\/strong>, da <a href=\"https:\/\/www.nielsen.com\/pt\/pt.html\">Nielsen<\/a>, os Bens de Grande Consumo registaram, no mercado nacional e no \u00faltimo ano, um dinamismo total de 2,8% em valor, que comprova a boa <em>performance<\/em> verificada em todos os trimestres de 2018. No entanto, a varia\u00e7\u00e3o em volume no total do ano foi metade da registada em 2017, verificando-se um abrandamento do crescimento ao longo dos quatro trimestres de 2018.<\/p>\n<p>Neste \u00faltimo trimestre do ano, os BGC registaram um crescimento de 1,8% sobre um per\u00edodo hom\u00f3logo que j\u00e1 era muito positivo. Tal como aconteceu durante todo o ano, o dinamismo deste trimestre foi especialmente sustentado por um efeito-pre\u00e7o positivo de 1,6%. Em volume, este setor manteve-se est\u00e1vel (+0,2%) no 4\u00ba trimestre de 2018, crescendo a um ritmo muito mais lento do verificado no per\u00edodo hom\u00f3logo. Com efeito, verificamos que os portugueses n\u00e3o est\u00e3o a comprar mais em quantidade, mas est\u00e3o a comprar categorias ou produtos de pre\u00e7o mais elevado, dando origem a um efeito-pre\u00e7o positivo.<\/p>\n<p>Para Ana Paula Barbosa, <em>Retailer Vertical Director <\/em>da Nielsen, \u201c\u00e9 necess\u00e1rio ter em considera\u00e7\u00e3o que, embora se continuem a verificar bons crescimentos em valor, sustentados pelo efeito-pre\u00e7o, o mesmo crescimento n\u00e3o se verifica em volume. O panorama em Portugal continua positivo, mas a tend\u00eancia \u00e9 de abrandamento\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CONSUMIDORES MAIS CONFIANTES E MAIS DISPON\u00cdVEIS PARA GASTAR<\/strong><\/p>\n<p>No \u00faltimo trimestre de 2018, os portugueses voltaram a mostrar-se mais confiantes do que os consumidores a n\u00edvel europeu. Segundo os resultados do relat\u00f3rio <strong><em>The Conference Board\u00ae Global Consumer Confidence Survey<\/em><\/strong>, desenvolvido pela Nielsen, estudo <strong>\u00cdndice de Confian\u00e7a<\/strong> da Nielsen, o grau de confian\u00e7a registado entre os consumidores portugueses totalizou 87 pontos, posicionando-se 3 pontos acima da m\u00e9dia europeia (84).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u201cO MEU PA\u00cdS EST\u00c1 EM RECESS\u00c3O ECON\u00d3MICA?\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Voltemos a 2013. Eram 89% os portugueses que acreditavam que o seu pa\u00eds estava em recess\u00e3o. No mesmo per\u00edodo de 2018, esta percentagem baixou para 46%.<\/p>\n<p>Consolidando o seu crescente otimismo, quase metade (47%) dos portugueses afirma acreditar em melhorias na sua situa\u00e7\u00e3o financeira para o pr\u00f3ximo ano. Para al\u00e9m disso, 41% prev\u00ea que a sua situa\u00e7\u00e3o laboral vai melhorar nos pr\u00f3ximos 12 meses e 28% dizem que, tendo em conta a atual situa\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica em que se encontra e o custo de vida atual, este \u00e9 o momento certo para comprar aquilo de que precisam.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>PORTUGUESES PREOCUPAM-SE MENOS COM O EMPREGO E MAIS COM A SA\u00daDE<\/strong><\/p>\n<p>Em 2013 a principal preocupa\u00e7\u00e3o dos portugueses era o emprego. Agora \u00e9 com a sa\u00fade (28%) que a maioria mais se preocupa, verificando-se uma import\u00e2ncia crescente deste tipo de produtos na cesta dos consumidores nacionais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>QUASE METADE DOS PORTUGUESES OPTA POR POUPAR O DINHEIRO QUE LHE SOBRA<\/strong><\/p>\n<p>Em 2013, quando 38% dos portugueses assumia que n\u00e3o lhes sobrava dinheiro ap\u00f3s o pagamento das despesas iniciais, eram muito poucos aqueles que gastavam em atividades de lazer. Neste \u00faltimo trimestre de 2018, os gastos com entretenimento fora de casa (26%), f\u00e9rias (25%) ou roupa (23%) s\u00e3o as categorias onde os portugueses dizem optar gastar o seu dinheiro.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m da maior aposta e disponibilidade para gastar em atividades que lhes d\u00eaem prazer, a compra de produtos de gama mais <em>premium<\/em> \u00e9 uma realidade cada vez mais comum para os consumidores portugueses, em resposta a um estilo de vida cada vez mais preenchido e a procura de uma vida mais equilibrada e feliz, com mais tempo para aquilo de que mais gostam.<\/p>\n<p>Face a esta realidade e a um crescimento modesto em volume mas maior em efeito-pre\u00e7o, Ana Paula Barbosa alerta que \u201co mercado deve ter em conta que ser\u00e1 cada vez mais dif\u00edcil crescer em volume. A popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 a aumentar e os consumidores t\u00eam mais dinheiro para gastar, est\u00e3o mais confiantes e fazem mais refei\u00e7\u00f5es fora de casa. Desta forma, a maior aposta de crescimento dever\u00e1 ser a partir do efeito-pre\u00e7o\u201d.<\/p>\n<p>A respons\u00e1vel da Nielsen salienta ainda a necessidade entre os retalhistas de \u201creduzir a depend\u00eancia de promo\u00e7\u00f5es &#8211; que continuaram a crescer em 2018, atingindo 46% das vendas &#8211; realizar promo\u00e7\u00f5es em produtos de gama <em>premium<\/em> e apostar em gamas de maior qualidade e sofistica\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<h4><\/h4>\n<h4><strong>Contacts du service de presse<\/strong><\/h4>\n<p><a href=\"https:\/\/dev.say-u.pt\/fr\/nous-faisons\/\">Say U Consulting<\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Consumidores mais confiantes\u00a0 Lisboa, mar\u00e7o de 2019 \u2013 Segundo o estudo Growth Reporter, da Nielsen, os Bens de Grande Consumo registaram, no mercado nacional e no \u00faltimo ano, um dinamismo total de 2,8% em valor, que comprova a boa performance verificada em todos os trimestres de 2018. 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